Da dança proibida
Na alegria subjetiva.
A verdade fica escondida.
E a vida em seguida?
Nos engole desempedida!
A volta pro começo,
Da rotineira despedida,
Mesma vida,
Novo endereço.
E nos cabelos mais adereços,
Nos entalhes das cadeiras?
Mais um mesmíssimo apreço.
Maais um agregado pra fileira.
Mais um personalismo pra guardar na pratilheira,
Na estante de livros de mitologia,
E quem limpa? A faxineira.
Que besteira, fala e ri a baderneira.
(... E a vida que segue sem rumo)
Ela dá mais um trago no seu fumo,
E diz que o problema está no suprassumo,
Que se encontra a prumo,
por entre o humo e o alto consumo,
Mais ou menos disso já se tira um resumo:
Que só importa a ela dar mais um trago no seu fumo.
A vida segue, e se despede...
Dos mais fracos e dos abusados.
Bah, venha e diga que sou exagerado,
E está tudo bem, volte à vida: consumado.
Na felicidade da ignorância que vem abismo insondado.
Que lastimável.










1 comentários:
Seu blog é uma inspiração!
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