Falar de si mesmo é mentir.
Porque certas verdades não se revela, se desvela, pois.
Porém não significa que deixar de falar de si mesmo vai te fazer verdadeiro ou correto...
Acaso o homem pode saber sobre o incognoscível?
Senão somente testemunhar de sua poderosa existência?
Pode o homem comparar, conceituar e catalogar aquilo que é abstrato?
Senão sendo paradoxamente ilógico e axiomaticamente indescifrável?
Assim é o SER.
Um nó na mente e um fluir na consciência.
Um nó no cerebro e um fluir no sangue.
Um nó na língua e um fluir na respiração.
Não seja, esteja. Esteja num eterno estar. Não em si mesmo, mas em tudo. Não na lâmpada, mas na luz.
Falar de si mesmo é dar o seu testemunho sobre o sentir profundo que tens sobre a vida.
Acaba sendo um testemunho as vezes sincero as vezes inconsciente sobre o que tem sentido na sua vida em relação a presença do SER eterno, da consciência superlativa, ou do espírito de Deus que habita em vós.
Porém, jamais, falará de si mesmo, senão daquilo que tem sentido da presença do seu Ser que você ainda não conhece por completo.
Acaso o que é REAL? A imagem que reflete no espelho? ou o corpo na frente do espelho? Ou o que está Dentro do corpo e que te faz enxergar a imagem refletida, comumente distorcida?
Reflita um instante e perceberá que nenhum nem outro é o REAL. Senão aquilo que somos enquanto fechamos os nossos olhos, e não vemos a imagem no espelho, nem o espelho, nem nosso corpo.
Ele só é, sendo. Que já era antes de ser, e sempre será, mesmo depois de deixar de ser.
Por favor, não deixe de conferir e dar sua opnião em:estudosesotericos.blogspot.com / silencioultrasonico.blogspot.com










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